Exemplos de casos empresariais em decorrência da pandemia.

Gestão

A gestão é o sustentáculo do negócio por ser responsável pela execução, ou seja, por fazer com que os sonhos saiam do papel e se concretizem. Congrega as estruturas organizacional, operacional, tecnológica, de pessoas e de capital.

Em nosso conceito, GESTÃO considera as unidades de negócios e departamentos, explicita as alçadas e a hierarquia, quem responde a qual setor e como se dá esse relacionamento; indica como a empresa opera, determinando a missão de cada área, departamento ou setor para o cumprimento da estratégia; o delineamento do que é meio e fim em termos tecnológicos; as pessoas, as quais serão atraídas, selecionadas, contratadas, desenvolvidas, avaliadas e até demitidas de acordo com suas características individuais, em combinação com os resultados apresentados e com sua aderência à cultura e ao modelo de gestão da empresa; e o capital necessário para contratar, comprar, desenvolver – enfim, pôr a organização em pé.

Abaixo, selecionamos empresas que aplicaram práticas de GESTÃO de maneira eficiente em meio à crise em decorrência da COVID-19:

EQUIPE SAUDÁVEL, EMPRESA PRODUTIVA.

Com as principais autoridades médicas incentivando o distanciamento social para retardar a propagação do coronavírus, muitas empresas tiveram que interromper as operações físicas e passaram a adotar práticas de trabalho remoto. E, mais do que isso, instituíram políticas de licenças médicas, apoio financeiro e informatização para que seus funcionários possam se manter saudáveis e seguros em meio à pandemia.

ALPHABET, companhia controladora da GOOGLE, solicitou que seus quase 100 mil funcionários em 11 escritórios nos Estados Unidos e Canadá trabalhassem de casa para reduzir a possível propagação do coronavírus. Além disso, criou um fundo COVID-19 para fornecer licença médica paga a todos os funcionários temporários, contratados e fornecedores que apresentarem sintomas potenciais da COVID-19.

Outras companhias, visando ajustar a produção à nova demanda do mercado, reduzida pelo coronavírus, anunciaram férias coletivas para certos grupos de funcionários, como a GENERAL MOTORS fez com seus trabalhadores da fábrica de São José dos Campos (SP) e a rede KINOPLEX antecipou as férias coletivas de todos os funcionários do estado do Rio de Janeiro.

Em contrapartida, a AMAZON está contratando mais de 100 mil funcionários nos Estados Unidos para lidar com a alta demanda de compras on-line em meio ao surto de coronavírus. Além disso, anunciou um aumento temporário de todos os salários por hora até o final de abril.

Diversas empresas também passaram a acionar um comitê de crise para lidar com a pandemia de COVID-19. A SUZANO, empresa da indústria de papel e celulose, montou um comitê de crise para ajudar a difundir boas práticas sobre higiene e saúde e discutir as melhores medidas de prevenção para ajudar no controle e diminuição do risco de contaminação de seus funcionários. A companhia educacional ÂNIMA reúne virtualmente pelo menos uma vez por dia cinco diretores e um infectologista para discutirem sobre os efeitos do coronavírus nas atividades da empresa, no dia a dia dos alunos e funcionários e quais medidas devem ser tomadas para enfrentar a situação.

Em momentos delicados que impactam diretamente a saúde física e financeira dos funcionários, é de extrema importância que a diretoria não se omita frente à incerteza e à insegurança de sua equipe. Com base na cultura e nos valores da organização, deve-se agir com transparência e definir a segurança da sua equipe como prioridade, oferecendo informações e condições para que trabalhem remotamente. Entretanto, tais medidas não podem comprometer a sustentabilidade da organização no longo prazo e, portanto, a diretoria deve refletir com frieza para, se necessário, tomar atitudes impopulares.

 

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